
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
A Abin está a serviço de quem?
ABIN - Agência Nacional de Inteligência
Por força de uma presença negativa na mídia, alguns formadores de opinião têm perguntado para que, afinal de contas, serve a Abin? A questão é oportuna e conveniente. A Agência Brasileira de Inteligência tem sido envolvida em uma série de eventos que exigem explicações além do razoável para serem aceitas. No entanto, a despeito dos resultados práticos, as confusões para as quais a Agência foi arrastada não podem ser razões para que se conteste a necessidade dela do ponto de vista institucional.
Independente do nome do órgão, seja CIA, KGB ou SNI, toda nação politicamente organizada necessita que a atividade de inteligência seja desenvolvida como estratégia de defesa. No geral, são os serviços de inteligência que abastecem a administração pública com as informações que ela necessita para subsidiar seus atos decisórios.
A legislação federal que criou a Abin também explica a necessidade de inteligência nesses moldes: como a atividade que objetiva a obtenção, análise e disseminação de conhecimentos dentro e fora do território nacional sobre fatos e situações de imediata ou potencial influência sobre o processo decisório e a ação governamental e sobre a salvaguarda e a segurança da sociedade e do Estado.
Logo, parece ser possível responder com tranqüilidade a pergunta inicial. A Abin serve para executar e coordenar a atividade de inteligência em prol de toda nação, ou como diz o seu lema, "em defesa do Brasil".
Em um quadro de normalidade, isso deveria bastar para a maioria da população. Todavia, saindo da letra impressa da lei e passando a realidade, surge uma outra questão ainda mais pertinente: a Abin que tem virado notícia está a serviço de quem mesmo?
Quando uma Agência que devia desenvolver um trabalho tão vital e, correntemente, sigiloso, passa a ocupar os noticiários, quase sempre em posição desconfortável, parece que suas ações, além de não serem tão secretas assim, também estão distorcidas em relação aos seus verdadeiros destinatários, ou seja, a sociedade e o Estado.
A resposta para esse outro questionamento precisa ser dada de forma rápida e objetiva para que a utilidade da Abin deixe de ser contestada.
Uma boa maneira para que isso ocorra seria o exercício da atividade de inteligência de acordo com os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência, já que o da publicidade ela tem seguido muito mal. Quem sabe desse jeito a Abin serviria melhor ao país e a todos nós.
Independente do nome do órgão, seja CIA, KGB ou SNI, toda nação politicamente organizada necessita que a atividade de inteligência seja desenvolvida como estratégia de defesa. No geral, são os serviços de inteligência que abastecem a administração pública com as informações que ela necessita para subsidiar seus atos decisórios.
A legislação federal que criou a Abin também explica a necessidade de inteligência nesses moldes: como a atividade que objetiva a obtenção, análise e disseminação de conhecimentos dentro e fora do território nacional sobre fatos e situações de imediata ou potencial influência sobre o processo decisório e a ação governamental e sobre a salvaguarda e a segurança da sociedade e do Estado.
Logo, parece ser possível responder com tranqüilidade a pergunta inicial. A Abin serve para executar e coordenar a atividade de inteligência em prol de toda nação, ou como diz o seu lema, "em defesa do Brasil".
Em um quadro de normalidade, isso deveria bastar para a maioria da população. Todavia, saindo da letra impressa da lei e passando a realidade, surge uma outra questão ainda mais pertinente: a Abin que tem virado notícia está a serviço de quem mesmo?
Quando uma Agência que devia desenvolver um trabalho tão vital e, correntemente, sigiloso, passa a ocupar os noticiários, quase sempre em posição desconfortável, parece que suas ações, além de não serem tão secretas assim, também estão distorcidas em relação aos seus verdadeiros destinatários, ou seja, a sociedade e o Estado.
A resposta para esse outro questionamento precisa ser dada de forma rápida e objetiva para que a utilidade da Abin deixe de ser contestada.
Uma boa maneira para que isso ocorra seria o exercício da atividade de inteligência de acordo com os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência, já que o da publicidade ela tem seguido muito mal. Quem sabe desse jeito a Abin serviria melhor ao país e a todos nós.
Jovens e Publicidade - Uma forte Identidade
Artigo de 01/04/2002 - CONAR
Jovens adoram publicidade. O movimento, o ritmo esperto, as cores, a música, as sacadas próprias dos publicitários, o bom humor, a beleza das imagens, pessoas e produtos. Tudo convida a um estilo de vida alegre, dinâmico, moderno - jovem, em uma palavra. Quer uma prova desta forte identidade? Basta ver como a publicidade assumiu um papel relevante na formação de padrões de comportamento jovem nos últimos anos. Atitudes, como eles próprios preferem chamar, são disseminadas cada vez mais por peças publicitárias para TV, rádio, cinema, mídia impressa, exterior e internet. Não sou estudiosa do assunto. Apenas alguém que vive pensando e convivendo com os jovens no trabalho e em casa. Por isso, me arrisco aqui a traçar alguns - apenas alguns - fatores determinantes de atitude contemporânea para o jovem disseminados pela publicidade, pelos artistas, meios de comunicação e outros formadores de atitude. Vamos lá:
Independência precoce em relação à família e escola, mas não um rompimento com uma e outra, pelo contrário.
Estímulo à socialização, à valorização da amizade, alargando os horizontes da família, da mesma forma que acontece, por exemplo, no seriado Friends.
Valorização da irreverência, do descompromisso, do informal. Traços crescentes de rebeldia, digamos assim, bem-comportada. É o caso da proliferação dos tatoos, piercing, cabelos coloridos, roupas descoladas etc.
Valorização do meio ambiente, do respeito à natureza, associada a um consumo crescente de produtos e serviços com viés "responsável".
Grande consumo dos meios de comunicação, inclusive publicidade.
Distanciamento de assuntos pesados, como política, economia e ideologias.
Desmistificação da sexualidade, graças à forte ênfase dada ao tema pelos meios de comunicação. Busca de comportamento responsável em relação ao sexo.
Busca de formas diferenciadas de ganhar a vida. Em muitos desses fatores comportamentais a publicidade assume papel marcante de estímulo; em outros, é simplesmente caudatária, utilizando-se legitimamente de tendências para promover produtos e serviços. É notório, por exemplo, o uso na publicidade de cenas e situações onde o jovem esperto, e mesmo crianças de pouca idade, graças ao maior volume de informações que detém associado a uma interpretação mais criativa dos fatos/informações, passa a conversa nos pais ou professores a fim de conseguir alguma vantagem. Dificilmente uma peça publicitária, não importa em que meio de comunicação, que se utilize dessa linha criativa, escapa de uma reclamação do consumidor. Raramente a reclamação deixa de resultar em abertura de processo ético, pois o Conar é especialmente zeloso com o tema jovens. O que vai acontecer nas Câmaras do Conselho de Ética dependerá do conteúdo da peça. Há risco físico para o jovem? Então a condenação é certíssima. Há apenas irreverência? Aí a questão com certeza será discutida longamente. Irreverência e bom humor esbarram com freqüência em mau comportamento ou simples falta de educação. Dê uma olhada nos programas humorísticos de TV, rádio e internet, e entenda o que quero dizer. Já foi discutido neste espaço, mais de uma vez, o papel da publicidade na formação dos jovens. O consenso, pelo menos do meu ponto de vista, é o de que a publicidade não tem o dever de educar o jovem; tem, contudo, a obrigação de não deseducá-lo. Fácil de dizer, difícil de praticar quando nós, conselheiros, sabedores que a sociedade é dinâmica, nos defrontamos com um anúncio onde o limite entre irreverência e mau comportamento está sendo testado por um publicitário criativo. Tenho a impressão que, do ponto de vista quantitativo, o Conselho de Ética se inclinará, na maioria das vezes, pelo arquivamento da representação. Já foi observado aqui que o Conar não é um órgão careta. Como poderia ser careta se foi formado e é mantido exclusivamente por publicitários e se o Conselho de Ética é formado majoritariamente por publicitários? E porque o publicitário brasileiro e o jovem se conhecem e se identificam tanto é que a nossa propaganda é tão boa, instigante e vigorosa. É bom que seja assim. Cristina de Bonis é conselheira da 2a Câmara de Ética e diretora comercial da Rádio Brasil 2000. Boletim nº 147/abr/2002
Independência precoce em relação à família e escola, mas não um rompimento com uma e outra, pelo contrário.
Estímulo à socialização, à valorização da amizade, alargando os horizontes da família, da mesma forma que acontece, por exemplo, no seriado Friends.
Valorização da irreverência, do descompromisso, do informal. Traços crescentes de rebeldia, digamos assim, bem-comportada. É o caso da proliferação dos tatoos, piercing, cabelos coloridos, roupas descoladas etc.
Valorização do meio ambiente, do respeito à natureza, associada a um consumo crescente de produtos e serviços com viés "responsável".
Grande consumo dos meios de comunicação, inclusive publicidade.
Distanciamento de assuntos pesados, como política, economia e ideologias.
Desmistificação da sexualidade, graças à forte ênfase dada ao tema pelos meios de comunicação. Busca de comportamento responsável em relação ao sexo.
Busca de formas diferenciadas de ganhar a vida. Em muitos desses fatores comportamentais a publicidade assume papel marcante de estímulo; em outros, é simplesmente caudatária, utilizando-se legitimamente de tendências para promover produtos e serviços. É notório, por exemplo, o uso na publicidade de cenas e situações onde o jovem esperto, e mesmo crianças de pouca idade, graças ao maior volume de informações que detém associado a uma interpretação mais criativa dos fatos/informações, passa a conversa nos pais ou professores a fim de conseguir alguma vantagem. Dificilmente uma peça publicitária, não importa em que meio de comunicação, que se utilize dessa linha criativa, escapa de uma reclamação do consumidor. Raramente a reclamação deixa de resultar em abertura de processo ético, pois o Conar é especialmente zeloso com o tema jovens. O que vai acontecer nas Câmaras do Conselho de Ética dependerá do conteúdo da peça. Há risco físico para o jovem? Então a condenação é certíssima. Há apenas irreverência? Aí a questão com certeza será discutida longamente. Irreverência e bom humor esbarram com freqüência em mau comportamento ou simples falta de educação. Dê uma olhada nos programas humorísticos de TV, rádio e internet, e entenda o que quero dizer. Já foi discutido neste espaço, mais de uma vez, o papel da publicidade na formação dos jovens. O consenso, pelo menos do meu ponto de vista, é o de que a publicidade não tem o dever de educar o jovem; tem, contudo, a obrigação de não deseducá-lo. Fácil de dizer, difícil de praticar quando nós, conselheiros, sabedores que a sociedade é dinâmica, nos defrontamos com um anúncio onde o limite entre irreverência e mau comportamento está sendo testado por um publicitário criativo. Tenho a impressão que, do ponto de vista quantitativo, o Conselho de Ética se inclinará, na maioria das vezes, pelo arquivamento da representação. Já foi observado aqui que o Conar não é um órgão careta. Como poderia ser careta se foi formado e é mantido exclusivamente por publicitários e se o Conselho de Ética é formado majoritariamente por publicitários? E porque o publicitário brasileiro e o jovem se conhecem e se identificam tanto é que a nossa propaganda é tão boa, instigante e vigorosa. É bom que seja assim. Cristina de Bonis é conselheira da 2a Câmara de Ética e diretora comercial da Rádio Brasil 2000. Boletim nº 147/abr/2002
O Futuro dos Twitts
O FORMATO INTRODUZIDO PELO TWITTS, DE MENSAGENS CURTAS DE TEXTO ATUALIZANDO O DESTINO E AS ATIVIDADES DOS USUÁRIOS, IRÁ SE TRANSFORMAR EM UM APLICATIVO TÃO USUAL EM NOSSAS VIDAS COMO O E-MAIL?
Twitts é uma rede social estruturada em microblogs com textos rápidos de no máximo 140 caracteres, que atualizam os participantes da rede sobre o que cada usuário anda fazendo ou onde está. Ganhou expressão internacional no ano passado e explodiu como novidade não só como uma nova forma de contato e relacionamento instantâneo entre os jovens, mas também em meio a uma série de outros públicos, desde restadores de serviço até profissionais liberais, tornandose a mais nova forma potencial de comunicação e marketing. Twitts enfrenta já outras soluções e empresas concorrentes entrando no mercado, mas, seja como for, o formato que criou é inovador e viral. A pergunta é: vai durar? Vai tornar-se algo tão usual como o e-mail? Vai se incorporar à nossa vida como o uso do celular?
O QUE VoCÊ ACHA?
Comente sua opinião aqui!
Superinteressante!!!!
Os 10 Fundamentos...
http://www.meioemensagem.com.br/revista_meio_digital/
Revista Meio@Mensagem, Meio Digital - Edição 01
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
O que é a Publicidade?
O termo Publicidade ainda é muito confundido com Propaganda.
A publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de idéias associadas a empresas, produtos ou serviços, uma propaganda comercial.
Propaganda é a função do Marketing.
Publicidade no Mundo
Publicidade no Brasil
Mídia como Área de Publicidade
Dentre tantas funções, podemos sintetizar que sua função básica é propor caminhos para que a mensagem chegue ao público-alvo. Porém com o passar do tempo, essa tarefa se tornou bem mais complexa, exigindo do profissional um conhecimento mais específico e aprofundado dos diversos meios de comunicação.
A publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de idéias associadas a empresas, produtos ou serviços, uma propaganda comercial.
Propaganda é a função do Marketing.
Publicidade no Mundo
Mensagens comerciais e campanhas políticas foram encontradas em ruínas da antiga Arábia. Egípcios usavam papiros para criar mensagens de venda e cartazes, enquanto o conhecido volante (flyer) de hoje podia ser facilmente encontrado na antiga Grécia e Roma. Pinturas em muros ou rochas utilizadas como propagandas eram outras formas encontradas no tempo antigo e é utilizada até hoje em várias partes da Ásia, África e alguns países da América do Sul, incluindo o Brasil.
A tradicional pintura nas paredes pode ser encontrada desde expressões artísticas em rochas feitas por populações indígenas que datam de 4.000 AC até pinturas desenvolvidas nos séculos 15 e 16 que auxiliavam a divulgação de volantes na época. No século 17 as propagandas começaram a aparecer em jornais semanais na Inglaterra. Esses anúncios eram utilizados para promover livros e jornais, que patrocinavam a imprensa, e medicamentos, que se tornaram muito procurados após algumas doenças terem devastado a Europa. No entanto, falsas propagandas, também conhecidas como quack (termo da época para designar uma pessoa que dizia ter profissionalmente habilidades, conhecimentos ou qualificações que não tinha), tornaram-se um problema, que culminou na regulamentação dos conteúdos publicados nas propagandas.
Com a economia expandindo durante o século 19, as propagandas cresceram. Nos Estados Unidos, os classificados tornaram-se bem populares preenchendo muitas páginas de jornais com pequenos anúncios de itens variados. O sucesso desse formato de propaganda eventualmente levou ao aparecimento e crescimento da mala-direta. Em 1841 a primeira Agência de Publicidade e Propaganda foi criada por Volney Palmer em Boston. A agência criada por Palmer também foi a primeira a cobrar a taxa de 25% de comissão dos jornais para vender espaço publicitário, o que antes era feito apenas por corretores de propaganda. A N.W. Ayer & Son foi a primeira Agência a oferecer todos os serviços de publicidade e assumir responsabilidade pelo conteúdo das propagandas. Ela foi fundada em 1875 na cidade de Filadélfia nos Estados Unidos.
Na virada do século, haviam poucas escolhas de carreira para mulheres no mercado, no entanto a publicidade e propaganda foi uma das poucas a abrir esse mercado. Desde que as mulheres eram responsáveis pela maioria das compras feitas em casa, anunciantes e agências reconheceram o valor introspectivo que a mulher tinha durante os processos criativos, por curiosidade, a primeira propaganda norte-americana com apelo sexual foi criada por uma mulher, Helen Lansdowne Resor, para anunciar o Woodbury’s Facial Soap. Embora simplória para os dias atuais, a propaganda mostrava um casal com a mensagem: “The skin you love to touch” (A pele que você adora tocar).
Quando as estações de rádio iniciaram suas transmissões em meados de 1920, os programas não continham propagandas. Isso acontecia porque as primeiras estações de rádio foram estabelecidas com equipamentos feitos manualmente e varejistas que ofereceram programas em busca de vender mais aparelhos de rádio para os consumidores. Com o passar do tempo, muitas organizações sem fins lucrativos, como escolas, clubes e organizações populares, começaram a construir suas próprias estações de rádio. Quando a prática de patrocinar programas foi popularizada, cada programa era patrocinado por um anunciante pela troca da simples menção de seu nome no início e no fim dos programas. No entanto, os donos de estações logo viram que poderiam ganhar mais dinheiro vendendo pequenos espaços de tempo para vários anunciantes durante toda a programação da rádio e não só no início e fim de cada programa para apenas um patrocinador. Essa prática foi herdada pela televisão posteriormente nos meados de 1940 a 1950.
A tradicional pintura nas paredes pode ser encontrada desde expressões artísticas em rochas feitas por populações indígenas que datam de 4.000 AC até pinturas desenvolvidas nos séculos 15 e 16 que auxiliavam a divulgação de volantes na época. No século 17 as propagandas começaram a aparecer em jornais semanais na Inglaterra. Esses anúncios eram utilizados para promover livros e jornais, que patrocinavam a imprensa, e medicamentos, que se tornaram muito procurados após algumas doenças terem devastado a Europa. No entanto, falsas propagandas, também conhecidas como quack (termo da época para designar uma pessoa que dizia ter profissionalmente habilidades, conhecimentos ou qualificações que não tinha), tornaram-se um problema, que culminou na regulamentação dos conteúdos publicados nas propagandas.
Com a economia expandindo durante o século 19, as propagandas cresceram. Nos Estados Unidos, os classificados tornaram-se bem populares preenchendo muitas páginas de jornais com pequenos anúncios de itens variados. O sucesso desse formato de propaganda eventualmente levou ao aparecimento e crescimento da mala-direta. Em 1841 a primeira Agência de Publicidade e Propaganda foi criada por Volney Palmer em Boston. A agência criada por Palmer também foi a primeira a cobrar a taxa de 25% de comissão dos jornais para vender espaço publicitário, o que antes era feito apenas por corretores de propaganda. A N.W. Ayer & Son foi a primeira Agência a oferecer todos os serviços de publicidade e assumir responsabilidade pelo conteúdo das propagandas. Ela foi fundada em 1875 na cidade de Filadélfia nos Estados Unidos.
Na virada do século, haviam poucas escolhas de carreira para mulheres no mercado, no entanto a publicidade e propaganda foi uma das poucas a abrir esse mercado. Desde que as mulheres eram responsáveis pela maioria das compras feitas em casa, anunciantes e agências reconheceram o valor introspectivo que a mulher tinha durante os processos criativos, por curiosidade, a primeira propaganda norte-americana com apelo sexual foi criada por uma mulher, Helen Lansdowne Resor, para anunciar o Woodbury’s Facial Soap. Embora simplória para os dias atuais, a propaganda mostrava um casal com a mensagem: “The skin you love to touch” (A pele que você adora tocar).
Quando as estações de rádio iniciaram suas transmissões em meados de 1920, os programas não continham propagandas. Isso acontecia porque as primeiras estações de rádio foram estabelecidas com equipamentos feitos manualmente e varejistas que ofereceram programas em busca de vender mais aparelhos de rádio para os consumidores. Com o passar do tempo, muitas organizações sem fins lucrativos, como escolas, clubes e organizações populares, começaram a construir suas próprias estações de rádio. Quando a prática de patrocinar programas foi popularizada, cada programa era patrocinado por um anunciante pela troca da simples menção de seu nome no início e no fim dos programas. No entanto, os donos de estações logo viram que poderiam ganhar mais dinheiro vendendo pequenos espaços de tempo para vários anunciantes durante toda a programação da rádio e não só no início e fim de cada programa para apenas um patrocinador. Essa prática foi herdada pela televisão posteriormente nos meados de 1940 a 1950.
Publicidade no Brasil
Em 2000, a publicidade brasileira se mantém entre as quatro mais premiadas no Festival Internacional de Propaganda de Cannes - um dos principais no exterior - e consolida-se como uma das mais importantes do mundo. Em termos de faturamento, nos últimos anos o mercado publicitário nacional alterna períodos de acelerado crescimento e de estabilidade. Em 1996 movimenta 8,3 bilhões de dólares e, dois anos depois, chega a 9,4 bilhões de dólares - um crescimento de 12,7%, de acordo com dados do Ibope Monitor. Em 1999, o setor passa por um momento de estabilidade. No entanto, por causa da desvalorização do real, no início de 1999, o valor dos investimentos em dólar registra uma queda, passando a 6,6 bilhões.
As formas de publicidade mais utilizadas no país são anúncios, outdoors, propaganda em ônibus (busdoor), marketing direto, patrocínios e merchandising. Os principais meios de comunicação são os preferidos dos anunciantes e das agências. Conforme dados do Projeto Inter-Meios, em 1999 a maior parte dos investimentos destinam-se à televisão aberta (56%), seguida por jornal (24%), revista (10%) e rádio (5%). A propaganda em TV por assinatura, outdoor e outras mídias fica com os 5% restantes. O setor que mais investe em publicidade é o do comércio varejista - 3,6 bilhões de reais em 1999. Em seguida estão os serviços ao consumidor, com 2,1 bilhões de reais, e as empresas ligadas a cultura, lazer, esporte e turismo, com 1 bilhão de reais.
As formas de publicidade mais utilizadas no país são anúncios, outdoors, propaganda em ônibus (busdoor), marketing direto, patrocínios e merchandising. Os principais meios de comunicação são os preferidos dos anunciantes e das agências. Conforme dados do Projeto Inter-Meios, em 1999 a maior parte dos investimentos destinam-se à televisão aberta (56%), seguida por jornal (24%), revista (10%) e rádio (5%). A propaganda em TV por assinatura, outdoor e outras mídias fica com os 5% restantes. O setor que mais investe em publicidade é o do comércio varejista - 3,6 bilhões de reais em 1999. Em seguida estão os serviços ao consumidor, com 2,1 bilhões de reais, e as empresas ligadas a cultura, lazer, esporte e turismo, com 1 bilhão de reais.
Publicidade e Propaganda. Comunicação Social e Mercadológica. Para melhor compreender o que significa a mídia no processo da publicidade contemporânea, seria interessante apresentar a sua origem. Mídia é o plural da palavra médium, que em latim significa meio. Foi adotada pelos norte-americanos (media), e posteriormente incorporada à língua portuguesa como "Mídia". A Mídia é absolutamente parte integrante do processo mercadológico e podemos dizer que, se a propaganda é uma função de marketing, a Mídia, por sua vez, é função da propaganda. Deve ser entendida como investimento para geração de resultados.
Dentre tantas funções, podemos sintetizar que sua função básica é propor caminhos para que a mensagem chegue ao público-alvo. Porém com o passar do tempo, essa tarefa se tornou bem mais complexa, exigindo do profissional um conhecimento mais específico e aprofundado dos diversos meios de comunicação.
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